domingo, 15 de agosto de 2010





Pe. José Luí e eu na celebração Eucarística. Ponte Nova.




Eu, negro lindo.




Eu em encontro festivo com o amigo Breno Motta, Ponte Nova 13, 14 e 15/08/2010.
Na foto abaixo, meus amigos; Edilene, seu marido, seu pupilo e o fortão de blusa branca é o Jansen, todos eles amigos de Ponte NOva.

sábado, 10 de julho de 2010

...
Sobre Copa, escolhas, abertura e final

A Copa da África do Sul está perto do fim e o evento deixa vários ensinamentos, muitos deles vindos de opiniões recorrentes das pessoas que estão e estiveram por aqui.

Já estou mais mais de um mês no país e nas conversas com praticamente todos os torcedores, independente do país, umaimpressão surge quase absoluta: Johanesburgo não agradou nem um pouco.

A maior cidade sul-africana foi escolhida para sediar os dois grandes momentos do Mundial, abertura e final. Na minha opinião, e não apenas na minha, esse foi um grande erro.

Copa é futebol, mas é também turismo. E o Brasil deve pensar nisso para 2014. Johanesburgo deixa evidente alguns dos problemas críticos da África do Sul e não entrega as belezas.

Aponto as longas distâncias, o transporte público incipiente e a falta de uma vida noturna mais diversificada e fácil como os principais 'buracos'.

E por que não a Cidade do Cabo para ao menos um desses jogos principais? Afinal, é o destino turístico mais visitado da África do Sul (confira nas fotos) e por isso tem uma super estrutura para receber visitantes. Quem está por aqui aprovou a cidade, assim como eu.




As distâncias são menores. O estádio está bem perto dos principais bares e da praia. Em Johanesburgo, o Soccer City fica longe de tudo, até mesmo do Soweto, região onde está
situado. Em volta, nada mais do que terra e mato. Nada de bares.

Carro vira obrigação; e turismo e férias não combinam com obrigações. Copa também é pra relaxar e curtir.

A decisão, pelo que pesquisei aqui, foi essencialmente política. Johanesburgo tem poder. Isso ajuda a explicar, mas não resolve os problemas. Vi jornalistas irritados, relatando o que viam e os relatos não eram bons, porque não havia nada assim tão bonito. Joburg é só uma grande cidade, nada mais.

Durban é uma cidade linda, quente, com uma praia interessante e sem dúvida mais fácil em vários sentidos. A Cidade do Cabo tem cartões postais internacionalmente conhecidos e
procurados: Table Mountain, Robben Island, o Cabo da Boa Esperança. Por que então Johanesburgo?


Escrevo esse texto pensando em 2014, no Brasil. Quais são as expectativas dos torcedores/visitantes/turistas? Temos muito para oferecer, sim, e devemos pensar também no que e como vamos nos mostrar e apresentar para o mundo.

É uma escolha estratégica.

Adianto que esse texto terá uma continuação. Agora deixo aqui uma pergunta: qual cidade brasileira deve sediar a abertura da nossa Copa e qual deve receber o jogo final?
Postado por Tiago Capixaba em 10/07/2010 - 14h36
Fonte. Laura Medioli diz que para ser cronista é necessário, antes de tudo, ser um bom observador de comportamentos

FOTO: ronaldo silveira
Fonte. Laura Medioli diz que para ser cronista é necessário, antes de tudo, ser um bom observador de comportamentos

Magazine

Literatura. “Levementeleve”, da cronista mineira, será lançado neste domingo na capital
O novo livro de Laura Medioli
João Pombo Barile

"Levementeleve" é nome do novo livro que a escritora Laura Medioli lança domingo, das 16h as 18h, na Bienal do Livro em Belo Horizonte. Depois de "Levando a Vida Leve", publicado em 2005, a cronista do Magazine volta agora às livrarias com um novo volume de crônicas.

"Tive uma infância feliz. Com muito quintal e pé no chão. E sempre escrevendo, escrevendo. Na importava o que: poesia, teatro, prosa...", rememora Laura na sua sala onde comanda a Sempre Editora, responsável pelos jornais O TEMPO, Super Notícias e o semanário Pampulha. "Desde pequena adorava escrever peças de teatro que obrigava minhas amigas a encená-las", recorda, divertindo-se.

A paixão pela escrita, no entanto, ficaria sempre escondida na gaveta. E só seria revelada publicamente anos mais tarde, quando o ofício de cronista semanal virou coisa séria.

"Antes de começar a produzir crônicas já tinha escrito algumas peças de teatro", conta Laura que, em 1995, publicou "Xangó, o Detetive e o Mistério de Matinho," destinado ao público infanto-juvenil e adotado em algumas escolas e bibliotecas estaduais. "Mas crônica é diferente: ficava um pouco insegura. Será que tinha mesmo jeito para a coisa? Será que dava conta de escrever toda semana? ", afirma.

Tanta exigência talvez encontre explicação na origem familiar de Laura. Fazer parte de um clã que inclui nomes como Aníbal Machado, Maria Clara Machado, Lúcia Machado de Almeida e Ângelo Machado não deve ser lá mesmo muito fácil. Depois de treinar a mão durante alguns meses, ela finalmente aceitaria o desafio. E desde então, até hoje, lá se vão seis anos.

Para o exigente escritor Sebastião Nunes, o que mais impressiona nas crônicas de Laura é a maneira como ela narra. A construção de suas histórias é sempre leve: uma lição de como escrever sem pedantismo, com beleza e graça.

"Minas sempre foi berço de grandes escritores: Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino, Murilo Rubião... Sempre adorei ler todos os cronistas brasileiros. Mas sou fascinada mesmo pelo Fernando Sabino", confidencia a autora. "Adoro a maneira direta, sem floreiros, que ele narrava suas histórias. Ele sempre foi um referencial para mim", confessa.

Laura afirma que para ser cronista é necessário, antes de tudo, ser um bom observador de comportamentos.

"As pessoas nos dão no seu dia a dia uma fonte inesgotável de assuntos. A crônica nada mais é que o cotidiano das pessoas retratado por meio da escrita", explica. "O importante é saber retirar desse cotidiano os fatos pitorescos, engraçados e diferentes".

Trabalhando em uma empresa de comunicação, tendo que ser sempre muito objetiva, será que Laura acredita em inspiração para escrever suas crônicas? Ela para, pensa um pouco, e depois dispara.

"Não tenho muito um método para escrever não. Uma crônica pode nascer de muitas maneiras. Às vezes no meio da noite, levanto da cama e vou para o computador", explica a autora, que ainda conta que as viagens que faz com a família servem muitas vezes de inspiração. "Uma vez, estava andando em uma rua na cidade de minha sogra e me veio então uma frase: ‘De repente, endoideceu a loba’. A frase então não saiu mais da minha cabeça. Quando cheguei em casa, escrevi então uma crônica".

Um retrato da mulher contemporânea

Casada há 23 anos com o empresário Vittorio Medioli, fundador da Sempre Editora e presidente do Grupo Sada, e mãe de duas filhas, Laura se emociona quando fala do retorno de suas crônicas com os leitores. Uma resposta tão grande que faz com ela arranje um tempinho na sua agenda para responder todo mundo.

"Recebo muitos e-mails e também muitas cartas: costumo responder todos. Acho gostoso esse carinho dos leitores".

Se, em todas as 56 crônicas do novo livro, o bom humor é uma constância, a mulher contemporânea parece ser mesmo um dos grandes temas de sua obra. Será?

"Grande parte das minhas personagens é feminina", admite a autora. "As mulheres têm uma carga emocional dentro delas muito grande, uma intuição aguçada e uma maior sensibilidade para compreender o que se passa na alma humana. As minhas mulheres são apaixonadas, divertidas, ciumentas, enlouquecidas, românticas, precipitadas, sensuais, interessantes, protetoras, curiosas, sensíveis... Enfim, mulheres, com todo o seu universo", finaliza a escritora. (JPB)

Publicado em: 21/05/2010


«Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma»

Mateus 10,24-33.
«O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do senhor.
Basta ao discípulo ser como o mestre e ao servo ser como o senhor. Se ao
dono da casa chamaram Belzebu, o que não chamarão eles aos familiares!
Não os temais, portanto, pois não há nada encoberto que não venha a ser
conhecido.
O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia; e o que escutais ao
ouvido, proclamai-o sobre os terraços.
Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma. Temei antes
aquele que pode fazer perecer na Geena o corpo e a alma.
Não se vendem dois pássaros por uma pequena moeda? E nem um deles cairá por
terra sem o consentimento do vosso Pai!
Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados!
Não temais, pois valeis mais do que muitos pássaros.»
«Todo aquele que se declarar por mim, diante dos homens, também me
declararei por ele diante do meu Pai que está no Céu.
Mas aquele que me negar diante dos homens, também o hei-de negar diante do
meu Pai que está no Céu.

Da Bíblia Sagrada

segunda-feira, 7 de junho de 2010


Não se impressionem com o título mas com o conteúdo da mensagem, dela podemos tirar valiosas lições para nossas vidas.





Vale pena ler até o fim...

O Porteiro do Puteiro

Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do puteiro'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever,
não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro
um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor,
que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários
para as novas instruções..
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria,
vai preparar um relatório semanal,
onde registrará a quantidade de pessoas que entram
e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas...
- eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim,
já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto
a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo,
mas não posso fazer nada pelo Senhor.
Vamos dar-lhe uma boa indenização
e espero que encontre algo que fazer.
Eu sinto muito e desejo que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora.
O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse.
O que fazer?
Lembrou que no prostíbulo,
quando quebrava alguma cadeira ou mesa,
ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação
até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados
e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar
uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha Casa de ferragens,
deveria viajar dois dias em uma mula para ir
ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo
para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele
para trabalhar ... já que...
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, tudo bem.
Na manhã seguinte, como havia prometido,
o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo.
Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais,
a Casa de ferragens mais próxima
está a dois dias de viagem de mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo,
já que você está sem trabalho no momento.
Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho
por mais dois dias.... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava
na porta de sua Casa..
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas,
estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,
mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas
e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda,
um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.
E nosso amigo guardou as palavras que escutara:
'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar
que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão
transformando o galpão na primeira loja
de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos
preferiam comprar na sua loja de ferragens,
do que gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu
que era torneiro e ferreiro e, pensou
que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas,
os alicates, as talhadeiras, etc...
E após, foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, nosso amigo se transformou,
com seu trabalho, em um rico e próspero
fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam
também, um ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou
as chaves da cidade, o abraçou e disse:
- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos
que nos conceda a honra de colocar sua assinatura
na primeira página do Livro de Atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem.
Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro,
mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor ?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O Senhor construiu um império industrial
sem saber ler nem escrever? Estou abismado.
Então lhe pergunto:
- O que teria sido o Senhor se soubesse ler e escrever ?
- Isso eu posso responder - disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever...
ainda seria
o PORTEIRO DO PUTEIRO !!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.

As adversidades podem ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta,

não gaste energia com o confronto, procure as janelas.

Lembre-se da sabedoria da água:

'A água nunca discute com seus obstáculos,

mas os contorna'.

Que a sua vida seja cheia de vitórias,

não importa se são grandes ou pequenas,

o importante é comemorar cada uma delas.

Quando você quiser saber o seu valor,

procure pessoas capazes de entender

seus medos e fracassos e,

acima de tudo, reconhecer suas virtudes.

Grande Abraço. Abençoado dia!

quinta-feira, 3 de junho de 2010





Alguns momentos de Saõ Pedro dos Ferros.Cidade hospitaleira do interior de Minas.

Fábio Siqueira, ao centro, foi meu instrutor nos cursos de vigilantes em BH- MG

sábado, 29 de maio de 2010


Minha mãe em meu batizado na Academia Libertos do Áz de Ouro, mestre Lourival. Uma lmbrança dos amigos de minha juventude.

Alguns momentos de minha humilde vida, ao qual deixo registrado as duas pessoas que auxiliaram-me; Ivone Suriani e Da. Ruth, a vocês, o meu carinho e muito obrigado.
Igreja Sagrado Coração de Jesus (Igreja Velha), Antiga Praça Senador Cupertino, em seus melhores dias. Saudades...

Alguns amigos da Rua Jother Peres. Um pouco de nostalgia e saudades eternas. Vanderléia (in memoriam).

Um grande show que ficou na memória; João Penca e seus Miquinhos Amestrados, em 1991 na cidade de Raul Soares, onde noosa equipe da rádio Entre Rios, tivemos o prazer de apresentar.

sábado, 15 de maio de 2010

Mandem seu e-mail, participe:
1-adilsonrocha.familia@yahoo.com.br
Ajude-nos a fazer deste um momento de confraternização marcado para todos.




Olhar em Cristo. Nossa Senhora. Equipe Garra.

Momentos e pessoas inesquecíveis. Um pouco de atualidade e nostalgia.
Confratenização 01 ano de Rádio Entre Rios, Praia Piúma, estúdio Entre Rios AM,Academia de Capoeira Libertos do ÁZ de Ouro e convidados de Ponte Nova, formatura de quarta série, professoras;Ivone Suriane e Da. Ruth. Praça Domício Guzella e Igreja Sagrado Coração de Jesus.






Marcelo, A.Rocha e Gerson na praça em S.Pedro dos Ferros.

Celebração de Procissão de Encontro, Ponte Nova em frente a Deva/Fiat.